Durante entrevista Raul Jungmann cometeu 3 erros funcionais ao comentar a segurança das urnas eletrônicas

Filósofo Olavo de Carvalho desmascara Raul Jungmann

Nesta segunda-feira (8), o filósofo, escritor e professor Olavo de Carvalho, publicou em seu canal um vídeo em que analisa uma declaração do ministro Raul Jungmann e conclui ser, multiplamente, criminosa.
Logo de início o professor deixa claro tratar-se de uma análise pessoal e intransferível, sem qualquer ligação com a campanha de Bolsonaro ao Planalto, nem mesmo com o próprio capitão.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, fez uma declaração na coloca todo conjunto de denúncias virtuais acerca das urnas eletrônicas no pacote das notícias falsas, ou “fake news“, e após essa apropriação arbitrária do termo, ainda afirma que os denunciantes é que serão investigados, ao invés das denúncias.
Olavo expõe com nitidez a inversão afirmada pelo ministro em sua declaração, que foi replicada por toda mídia e ressalta os três crimes cometidos:
  1. Prevaricação: deixar de cumprir o dever de ofício, que consiste em investigar as denúncias;
  2. Crime de ameaça: ameaçar de trazer um dano injusto à uma pessoa;
  3. Constrangimento ilegal: impedir uma pessoa de fazer o que a lei permite.
O filósofo questionou como seria possível que o ministro houvesse investido milhares de denúncias poucas horas depois da eleição (o que seria de fato, impossível), e assim deixou claro tratar-se de uma mentira.
A notícia que é o conteúdo analisado pelo professor também pode ser encontrada na íntegra no site Estado de Minas

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