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A turma do melado derramou aulas indecentes de falta de Ética e de falta de Espírito Público sobre a sociedade brasileira
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AVALANCHE DE MELADO Maria Lucia Victor Barbosa 12/01/2016 Nos noticiários as TVs apresentam amenidades, acidentes, notícias do exterior, poucas notas políticas. Tudo repetido à exaustão. O Brasil de férias quase não toma conhecimento dos recorrentes assaltos à coisa pública, que vão sendo descortinados por delatores loucos para salvar a pele. Eles vendaram a alma ao “diabo” do PT e agora estão pagando com juros e correção monetária. Enquanto isto o melado com o qual o PT se lambuzou continua a percorrer distâncias e vai envolvendo figuras do alto escalão governamental. Parece a lama sinistra que se abateu sobre o distrito de Mariana soterrando tudo, matando gente, invadindo lonjuras, contaminando rios, confiscando o azul dos mares. Foi a maior catástrofe ambiental já havida no País, assim como a avalanche de melado da corrupção da era PT não tem comparação com as roubalheiras do passado, tal seu grau de institucionalização e volume. Interessante é que o autor...
Humor de Chico Caruso no blog de Ricardo Noblat
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"Crise de tudo" / / Glauco Fonseca / contribuição de Maria Zilnete M Gomes
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http://www.diariodopoder.com.br/artigo.php?i=35092894162 Crise de tudo Quando um carro que não é táxi, mas que transporta passageiros cobrando mais ou menos (mas não é táxi), é algo considerado uma inovação espetacular, então algo está muito errado neste mundo. Pessoas se estapeando, greves, passeatas, tudo para deter o avanço e a promoção do tal Uber demonstram o quanto já estamos em fase de bloqueio mental agudo. Não há nada de novo. São automóveis que levam pessoas da Gávea para Belford Roxo. Só isto. E a pancadaria rola solta, porque táxi não é. Ora bolas. Quando me perguntam se sou contra ou a favor do Uber, mando a pessoa para o raio que a parta. Eu tenho muito mais o que fazer e pensar. E se isto é uma grande inovação, então me tirem os tubos. Nos quesitos inovação e criatividade, o mundo anda modesto e o Brasil cada vez mais parado. Costumo dizer que a proliferação do Aedes Aegypti se dá em todo o país, pois ele todo está parado e, com diziam nossos antepassados,...
O Brasil perdeu a inocência na política por atos indecentes de alguns de seus padrastos...
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11/01/2016 às 19:18 \ Opinião Fernando Gabeira: Alguma verdade Publicado no Globo A exigência de ouvir a verdade era ao mesmo tempo uma crítica à sucessão de mentiras do grupo de Nixon e uma aspiração de milhões de jovens americanos. O tempo passou, revolução digital no meio do caminho, e hoje é possível afirmar que o pedido de Lennon transcendeu a juventude: é um amplo desejo social. O caso do governo Nixon contra Lennon tem relação com o Brasil de hoje. Embora incurso em outros artigos do Código Penal, o governo do PT nesses 12 anos tem a mesma recusa em aceitar a verdade. Independentemente de nuances políticas, governos ilegais não têm outro caminho senão construir uma narrativa de fuga, um cipoal de álibis. Essa incapacidade de nos dar alguma verdade parece incomodar dois quadros importantes do partido: Patrus Ananias e Jaques Wagner. Nessa virada de ano, como se cumprissem uma promessa de réveillon, disseram: um, que o PT precisava pôr a mão n...
O PT evenrgonha alguns milhões de brasileiros... / Valentina de Botas na coluna de Augusto Nunes
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12/01/2016 às 13:54 \ Opinião Valentina de Botas: O governo que acolhe devotos de Bin Laden continua castigando o senador boliviano perseguido por Morales VALENTINA DE BOTAS É tarde para sermos inocentes ou talvez nunca tenha havido o chamado tempo da inocência, mas sempre há tempo para a decência se houver homens decentes. As últimas notícias sobre o senador boliviano Roger Pinto Molina informam que continua morando em Brasília, longe da família que veio da Bolívia para o Acre, e que se desfaz do patrimônio para sobreviver já que não tem visto de permanência no Brasil que o permita trabalhar – ele ainda aguarda uma resposta do governo de Dilma Rousseff. Antes da fuga angustiante empreendida para o Brasil graças à coragem movida por indignação do diplomata Eduardo Saboya, que não ficou impune pela escolha moralmente correta, Molina, todos nos lembramos, viveu o drama e a humilhação de se confinar a um quarto de 20 metros quadrados na embaixada brasileira na Bol...